Amigos de Artes na Passarela

sábado, 28 de novembro de 2015

Enrolar e desenrolar, tricotar e desmanchar fios e novelos

Antes de escrever sobre as aventuras e desventuras arteiras de hoje, vou avisando que as minhas blusas de tricô,  podem levar anos para ficarem prontas, algumas, não todas. 
Tem um fio acrílico verde que é a prova da possibilidade de transformação de um trabalho em outro. A primeira vez que foi tricotado transformou-se num colete com fio duplo, não gostei; a segunda vez transformou-se numa blusa com um pontinho bonitinho, mas a blusa não ficou lá essas coisas. 
Depois veio um modelo top down com tranças, o fio acrílico verde foi mesclado com um fio Cristal marrom. A blusa até ficou bonita, mas aquelas tranças pareciam um monstro querendo me engolir e ficar somente elas visíveis, ficou um terror (depois de vestida).
Blusa horrorosa a gente desmancha e faz de novo. Comecei outra, perdi o modelo (era apenas uma folha impressa com uma foto de uma vitrine com a blusa linda) e por fim observei que esses novelinhos mesclados estão ocupando muito espaço, e é preciso acabar com eles e também separar as cores pois a essa altura deixei de gostar da mistura mesclada delas.
Com a ajuda de um enrolador de fios (santo aparelhinho) separei os novelos em verdes e em marrons novamente.
Esse aparelhinho é ótimo pra relaxar e desestressar, e os novelinhos ficam bem bonitinhos. Mas futuramente escreverei sobre o que aconteceu com eles, se foram transformados em blusa de novo.




 

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